
Como todas as outras desgraças que se abatem sobre a humanidade, dentre a guerras, falta de amor e de respeito ao irmão, também essas duas só puderam surgir por obra desses motivos.
Não esteve previsto nas determinações de Deus que o ser humano vivesse penúrias materiais durante sua passagem pela Terra.
Alguns se privam de alimento ou rejeita bens materiais, na ilusão de assim progredir espiritualmente ou mesmo de agradar a Deus e assim age contra a vontade dele.
É preciso ser realmente muito arrogante, vaidoso e presunçoso, e também especialmente tolo, para imaginar que o criador de todos os mundos possa interessar-se, ou até alegrar-se, pelo fato de um ser humano não cuidar de seu corpo como deveria. Não criticando aqueles que escolhem religiões que não permitem que cuidem de seu próprio corpo e bem estar, mas não concordo mesmo.
Jejuns piedosos e votos de pobreza nada mais são do que testemunhos de estupidez e vaidade ilimitadas.
Mas deixemos de lado essas tolices e examinemos a fome e a miséria quando se abatem como pragas sobre povos inteiros.
Como todos os outros sinais de que a falta de amor ao próximo prevalece no mundo, também este não desperta mais do que uns poucos comentários de lamento e de desagrado durante os noticiários televisivos noturnos.
Cenas de mães e filhos vivendo na miséria, envoltos em trapos e rodeados de moscas, já se tornaram comuns e não chocam tanto.
Às vezes, um ou outro artista lança uma campanha para se angariar fundos de ajuda, com o objetivo de cessar aquele sofrimento todo, mas logo depois tudo já está esquecido.
Quem, realmente, se pergunta e age pela causa da fome e da miséria no mundo, que cresce a olhos vistos?
Ninguém. Tudo promessas e propagandas enganosas.
As autoridades fecham os olhos, enquanto os sobreviventes dessa vida de sofrimento penam dias e dias.
Em Rondônia não é diferente. Basta olhar para o lado que é possível perceber a pobreza e miséria na vizinhança, na esquina, nas calçadas onde os mendigos se misturam com cachorros e vivem como tal.
Essa é a realidade. A nossa realidade.
Não esteve previsto nas determinações de Deus que o ser humano vivesse penúrias materiais durante sua passagem pela Terra.
Alguns se privam de alimento ou rejeita bens materiais, na ilusão de assim progredir espiritualmente ou mesmo de agradar a Deus e assim age contra a vontade dele.
É preciso ser realmente muito arrogante, vaidoso e presunçoso, e também especialmente tolo, para imaginar que o criador de todos os mundos possa interessar-se, ou até alegrar-se, pelo fato de um ser humano não cuidar de seu corpo como deveria. Não criticando aqueles que escolhem religiões que não permitem que cuidem de seu próprio corpo e bem estar, mas não concordo mesmo.
Jejuns piedosos e votos de pobreza nada mais são do que testemunhos de estupidez e vaidade ilimitadas.
Mas deixemos de lado essas tolices e examinemos a fome e a miséria quando se abatem como pragas sobre povos inteiros.
Como todos os outros sinais de que a falta de amor ao próximo prevalece no mundo, também este não desperta mais do que uns poucos comentários de lamento e de desagrado durante os noticiários televisivos noturnos.
Cenas de mães e filhos vivendo na miséria, envoltos em trapos e rodeados de moscas, já se tornaram comuns e não chocam tanto.
Às vezes, um ou outro artista lança uma campanha para se angariar fundos de ajuda, com o objetivo de cessar aquele sofrimento todo, mas logo depois tudo já está esquecido.
Quem, realmente, se pergunta e age pela causa da fome e da miséria no mundo, que cresce a olhos vistos?
Ninguém. Tudo promessas e propagandas enganosas.
As autoridades fecham os olhos, enquanto os sobreviventes dessa vida de sofrimento penam dias e dias.
Em Rondônia não é diferente. Basta olhar para o lado que é possível perceber a pobreza e miséria na vizinhança, na esquina, nas calçadas onde os mendigos se misturam com cachorros e vivem como tal.
Essa é a realidade. A nossa realidade.
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